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Escola realiza campanha contra o bullying

 Por Wender Carbonari

A Escola Estadual Presidente Vargas (EEPV) realizou no decorrer desta semana, uma campanha de combate ao bullying. Trata-se de um trabalho de conscientização junto aos alunos que, a partir da ‘estratégia’ de professores e diretores, decidiram executar o trabalho na mesma semana dos Jogos Internos do Vargas (Jivas).

Embora a escola tenha realizado ações dessa natureza durante todo o ano letivo, as atividades especiais estavam reservadas para esta semana já que no último dia 15 de setembro foi comemorado o dia “combate ao bullying” em todo o Brasil.

O diretor da EEPV, Nei Elias Coineth de Oliveira, diz que o objetivo da junção das duas atividades na mesma semana é dar a oportunidade de colocar em prática o que vem sendo ensinado a eles em palestras e com os professores em sala de aula. “De forma que os alunos possam demonstrar através de atitudes, tanto em sala de aula quanto em momentos que envolvem toda a coletividade, que nossos métodos estão dando resultados”, explica do diretor.

Questionado se atividades violentas como o bullying ainda ocorrem em sua escola, Nei Elias diz que ainda acontece, mas existe todo um trabalha voltado para a prevenção dessa prática. “A EEPV agrega hoje quase 1300 alunos, então é certo que ocorre situações desse tipo. Mas os professores estão muito atentos em sala de aula para combater e denunciar essa prática. A escola orienta tanto àquele que pratica esse ato quanto a vítima do Bullying”, completa Nei Elias que termina destacando a importância dos pais dos alunos nesse “combate”.

 

Estatísticas

Os alunos do 3º ano do ensino médio realizaram uma pesquisa estatística interna na Escola Estadual Presidente Vargas sobre o tema “Bullying” com a orientação da professora de matemática Maria Carvalho Soares Azevedo.

O questionário distribuído continha cinco perguntas sobre o tema que, após respondidas, renderam gráficos que foram analisados e expostos em data show durante a semana.

Como resultado, foi constatado que a maioria dos alunos da escola relacionam o termo bullying com as ofensas verbais e, mais da metade deles (54%) afirmam ter sofrido bullying alguma vez na vida.

A professora Maria Carvalho lembra esse tipo de violência não é praticado somente no ambiente escolar. Qualquer pessoa pode sofrer bullying em qualquer lugar. “Um pai que só destaca os defeitos do filho, que deixa de apoiá-lo, também está praticando bullying”, argumenta a professora.

Outra estatística interessante é sobre a classificação dessa atividade. Para mais de 80% dos alunos do período matutino da Escola Estadual Presidente Vargas, esse tipo de violência deve ser considerado crime.

Não tem nada a ver com a reportagem.. mas estava acontecendo jogos lá e ninguém estava batendo em gordinho, então.. – Foto: Wender Carbonari

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Categorias:JORNAL DEROLÉ
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